Mercosul: Mauro Galvão vibra até hoje com feito vascaíno: ‘Parecia impossível’


Não foram poucos os personagens importantes para a virada. Romário, Juninho Paulista, Hélton… e Mauro Galvão. Mesmo não sendo titular na finalíssima, o capitão do Vasco na conquista da Libertadores de 1998 entrou para segurar o resultado, que levaria aos pênaltis. Ele contou ao LANCE! que uma partida como aquele dificilmente vai se repetir:

– Com as mudanças, os gols começaram a aparecer. E o que parecia impossível acabou acontecendo. Eu tinha entrado para segurar o empate, mas conseguimos ganhar no final. Foi uma partida histórica. Não é sempre que se consegue virar da forma que foi, ainda mais em uma final – disse o ex-zagueiro.

O lado psicológico certamente foi importante para a mudança de rumo que aquela partida tomou. Mas, por incrível que pareça, o técnico Joel Santana não fez nenhum discurso motivacional extenso no vestiário, durante o intervalo. Pelo menos é o que conta o ídolo cruz-maltino.

– Não houve nenhum conversa especial. Todos perguntam isso. Só ocorreram as mudanças que o Joel fez. Entre os jogadores, estava o clima do, “Vamos lá, dá para virar”. O Euller, principalmente, dava muita força, estava confiante demais, falando que era possível. Nós sabíamos que tínhamos potencial. E o Palmeiras achou que já era campeão. Isso acabou contribuindo para a gente. Com 3 a 0, você pensa que está morto o negócio. E viramos – recorda, saudoso, o zagueiro experiente que se aposentaria pouco tempo depois.

Fonte: Lance

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