Eleição do Vasco gera racha entre youtubers e influenciadores nas redes sociais

O racha político que ocorre por conta de toda a confusão do processo eleitoral do Vasco transcendeu aos grupos envolvidos nas chapas e chegou às redes sociais, dividindo também youtubers, influencers e páginas exclusivamente direcionadas ao Cruz-maltino e que possuem muitos seguidores.

Até então neutros diante da guerra de liminares e versões sobre quem, de fato, venceu o pleito presencial, muitos deles passaram a se posicionar abertamente a favor ou Jorge Salgado, que venceu a votação online do dia 14, ou de Leven Siano, declarado vencedor na polêmica contagem de votos do dia 7.

Os simpatizantes de Salgado, inclusive, ajudaram a divulgar a hastag #LevenNão, que chegou a ficar entre os assuntos mais comentados do Twitter na última quarta-feira (18). Eles têm associado a figura do candidato da chapa “Somamos” ao filho do ex-presidente Eurico Miranda, o “Euriquinho” —ex-vice de Futebol— e ao presidente do Conselho Deliberativo, Roberto Monteiro, ambos a favor dos posicionamentos de Leven.

Já os opositores de Salgado alegam que a eleição vencida pelo candidato da “Mais Vasco” não tem validade, sinalizando com a decisão liminar mais recente do poder judiciário, que reconhece o pleito do dia 7 e fez o Superior Tribunal de Justiça (STJ) devolver o assunto ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ).

Enquanto a temperatura das redes sociais se aquece, os advogados das duas chapas se debruçam sobre as estratégias e os próximos passos enquanto o mérito da questão ainda não é julgado.

Alexandre Campello, presidente da Diretoria Administrativa, e Faues “Mussa”, presidente da Assembleia Geral, levantaram a hipótese de se realizar uma nova eleição, numa espécie de “tira-teima” entre Jorge Salgado e Leven Siano.

A princípio, ambos seguem confiantes em suas teorias jurídicas para validar seus respectivos pleitos, mas divergem em relação à flexibilidade desta ideia. Enquanto o candidato da “Mais Vasco” diz que aceitaria caso a Justiça determinasse, o da “Somamos” se mostra irredutível e classifica a sugestão como “golpe”.

Fonte: UOL

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