Saída de jogadores vai gerar economia de quase R$ 1 milhão mensais em salários no Vasco

Breno, Ramon, Fellipe Bastos e Ribamar são os mais famosos, mas a barca que deixará ao Vasco ao fim de 2020 conta com outros jogadores e resultará em redução de quase R$ 1 milhão na folha salarial. O valor inclui ainda Benítez, que vive situação complicada para a permanência em São Januário.

São situações distintas. Na terça-feira, o Vasco anunciou oficialmente a não renovação do contrato de Ribamar, que causou desconforto no clube por não ter treinado com os reservas no pós-jogo contra o Santos. A ele, se somam Fellipe Bastos, que também se desentendeu com Ricardo Sá Pinto, e Breno e Ramon, dupla que está entre os maiores vencimentos do grupo e ficou no departamento médico nos últimos dois anos.

A saída desses quatro é vista como economia. Alexandre Melo, negociado com o Cuiabá, Bruno Cosendey e Rafael França, que treinam em separado, têm a mesma avaliação.

Não é o caso de Benítez, peça importante no time e que caiu nas graças da torcida. Emprestado pelo Independiente, da Argentina, o meia tem contrato também até o dia 31 deste mês. O Vasco tenta mantê-lo. O presidente Alexandre Campello chegou a acordar o pagamento de US$ 4 milhões (R$ 20,5 milhões) por 60% dos direitos, como está estipulado entre os clubes.

Jorge Salgado, o presidente eleito, porém, entende ser elevado o valor – até porque o clube vive crise, com salários em atraso. Tenta a prorrogação do empréstimo, algo que o time argentino não aceita.

Atualmente, a folha salarial do elenco é um pouco superior a R$ 4 milhões. Os meses de outubro, novembro e o 13º estão em atraso, assim como o acordo de repactuação de vencimentos antigos.

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