Vasco x Internacional: o que diz a regra sobre o não funcionamento do VAR

O lance de maior polêmica deste Campeonato Brasileiro levanta dúvidas sobre o que deve acontecer quando o VAR não funciona durante uma partida de futebol. No jogo entre Vasco e Internacional, ele deixou os vascaínos na mão na hora de revisar a posição de Rodrigo Dourado no momento em que a bola foi lançada para o seu cabeceio no primeiro gol gaúcho em São Januário.

O regulamento das competições da CBF afirma que, “em princípio, uma partida não será invalidada devido à falha na tecnologia do VAR (como, por exemplo, na tecnologia de linha de gol, TLM).” Neste caso, vale o que é decidido dentro campo, pelo trio de arbitragem. E para eles, o gol de Rodrigo Dourado foi legal.

Ainda assim, a CBF informou que, “mesmo sem o recurso das linhas à disposição, fez a checagem do lance”. A comissão de arbitragem não específicou que alternativa encontrou para checar o lance na impossibilidade de usar as linhas.

O texto da entidade é uma tradução do que determina a Fifa. Vale destacar que “em princípio” significa “em tese”, não trazendo assim, dentro do regulamento, a impossibilidade total da partida ser invalidada.

Quando o problema com o VAR ocorre, o primeiro a ser informado do caso é o árbitro de campo ou o quarto árbitro. Um dos dois é orientado a comunicar a equipe técnica dos dois times sobre o problema. No jogo, Flávio Rodrigues de Souza não teria conversado com Luxemburgo e Abel Braga do problema, informando em campo os jogadores das equipes durante os cinco minutos em que a partida ficou paralisada para que o lance fosse revisado.

Em seguida, depois de a tecnologia restaurada, o quarto árbitro ou o árbitro de campo deve informar as equipes do fato.

Fonte: Agência O Globo

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