Ex-VP geral Sonia Andrade fala sobre projeto de lei que determina 30% de presença feminina na gestão de entidades esportivas

A Comissão dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (7), o Projeto de Lei 3856/19, que torna obrigatória a presença mínima de 30% de mulheres nos cargos de direção nas entidades esportivas beneficiadas por incentivos do governo.

Apresentado pelo deputado Aliel Machado (PSB-PR), o projeto inclui a medida na Lei de Incentivo ao Esporte. O parecer da relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), recomendou a aprovação, com emenda. Ela concorda que a medida “contribuirá efetivamente para reduzir o desequilíbrio entre homens e mulheres nas entidades, com reflexos na maior participação de mulheres nas atividades esportivas”.

Porém, considera necessário dar prazo para que as entidades se adaptem à medida, para impedir a descontinuidade de projetos que já são beneficiadas pela Lei de Incentivo ao Esporte, que inclui pequenas associações educacionais e de esporte de participação. A emenda fixa prazo de um ano para a lei entrar em vigor, caso aprovada pelos parlamentares.

Para falar desse avanço na legislação, a reportagem da Super Rádio Tupi conversou com a advogada Sônia Andrade, que foi 2ª VP Geral na gestão do presidente Alexandre Campello.

Uma das grandes escolhas e acertos da gestão Alexandre Campello no Vasco da Gama foi trazer a Advogada Dra. Sônia Andrade como primeira VP. Além de abrir espaço para a mulher na sua diretoria, ela soube aproveitar o espaço e executar um trabalho social muito importante junto aos atletas, familiares e também nas comunidades vizinhas do clube.

Dra. Sônia foi homenageada pela Secretaria Municipal dos Direitos Humanos da prefeitura do Rio de Janeiro, por reconhecimento de seu engajamento na vida carioca. Ela quer ver mais e mais mulheres ativas nas diretorias dos clubes de futebol ao lado dos homens, lutando pelo o crescimento do esporte.

Fonte: Super Rádio Tupi

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