Confira outros tópicos da entrevista coletiva de Lisca após Vasco 1 x 1 Brasil de Pelotas

Embora Lisca tenha evitado o tema arbitragem, este dominou a coletiva após o empate por 1 a 1 com o Brasil de Pelotas nesta sexta-feira, em São Januário. O treinador do Vasco não escondeu a revolta com o gol anulado aos 37 minutos da etapa final, marcado por Daniel Amorim em rebote de cobrança de falta de Andrey na trave.

Lisca tratou a marcação do impedimento como “ridícula” e disse que o auxiliar só tomou tal decisão por estar apoiado no protocolo do VAR.

– Daniel entrou muito bem, fez dois gols, um de cabeça bonito, que é a característica dele. Gente, desculpa, mas o gol anulado é lamentável. É lamentável o que aconteceu em São Januário com VAR e tudo. Com bandeira, juiz, VAR em cima e comunicação, não tem como dar aquele impedimento. Ele vem de trás depois do impedimento do Andrey. Está bem claro.

– Além de a gente errar individualmente, estão errando contra nós. Errou contra o São Paulo, errou hoje, errou no ano passado no jogo capital contra o Internacional. Também não teve as linhas traçadas. Hoje o jogo foi decidido pelo erro da arbitragem, um impedimento ridículo marcado. Acho que o bandeira foi no protocolo, esperando as linhas, mas acho que tem que rever o protocolo. Porque o bandeira levanta, vamos olhar o lance, e aí prevalece a situação de campo. Totalmente equivocada! E não vai acontecer nada. Eu fui prejudicado o tempo inteiro aqui no Vasco. É difícil, cara, mas temos que manter a cabeça no lugar e trabalhar as situações para segunda-feira. Temos que ter erro zero nos próximos jogos, e os erros nos atrapalham demais.

Com o resultado, o Vasco, agora 32 pontos, dorme na nona colocação. O clube volta a campo na próxima segunda-feira, às 20h, na Ressacada, onde enfrenta o Avaí.

Lisca também se mostrou muito incomodado com os erros individuais da equipe no empate em 1 a 1 do Vasco contra o Brasil de Pelotas, penúltimo colocado da Série B, na noite desta sexta-feira, em São Januário. Em entrevista coletiva após o jogo, muito exaltado, o treinador cobrou mais atenção do time em lances “capitais” da partida.

– Os erros individuais são difíceis para o treinador resolver. Talvez mudando o time, mudando situações. Mas nós não podemos mais errar. Não adianta errar e pedir desculpas, dizer “eu errei”. “Desculpa errei de novo”. Não podemos mais entregar gols como vem acontecendo. Mas nenhum erro é de propósito, nenhum jogador entra ali para errar. Os erros acontecem durante a partida. Infelizmente, para nós, em lances capitais do adversário. Hoje o Brasil praticamente não criou nenhuma chance. Demos o gol para o Brasil. A solução vem na conversa. No comprometimento dos jogadores e na alternância dos jogadores, vamos estudar para minimizar isso e diminuir essa sequência de erros individuais que atrapalham.

Lisca também se mostrou muito incomodado com os erros individuais da equipe no empate em 1 a 1 do Vasco contra o Brasil de Pelotas, penúltimo colocado da Série B, na noite desta sexta-feira, em São Januário. Em entrevista coletiva após o jogo, muito exaltado, o treinador cobrou mais atenção do time em lances “capitais” da partida.

– Os erros individuais são difíceis para o treinador resolver. Talvez mudando o time, mudando situações. Mas nós não podemos mais errar. Não adianta errar e pedir desculpas, dizer “eu errei”. “Desculpa errei de novo”. Não podemos mais entregar gols como vem acontecendo. Mas nenhum erro é de propósito, nenhum jogador entra ali para errar. Os erros acontecem durante a partida. Infelizmente, para nós, em lances capitais do adversário. Hoje o Brasil praticamente não criou nenhuma chance. Demos o gol para o Brasil. A solução vem na conversa. No comprometimento dos jogadores e na alternância dos jogadores, vamos estudar para minimizar isso e diminuir essa sequência de erros individuais que atrapalham.

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O que o Vasco teve de diferente em relação ao jogo com a Ponte?

– Acho que o time teve a mesma postura e a mesma agressividade do jogo contra a Ponte, claro que pegou um time muito mais fechado em relação à Ponte Preta. A Ponte ainda cedeu alguns espaços generosos porque tinha ambições defensivas, e o Brasil ficou com o bloco baixo o tempo inteiro. A defesa do Brasil rebateu o tempo inteiro.

– Talvez a gente saindo na frente e fazendo eles se abrirem mais fosse diferente. Quando está 1 a 0 para o adversário, o poder de superação aumenta. Quando você tem a vantagem, isso não acontece. Contra a Ponte, saímos na frente e conseguimos mais espaços. Perdemos o pênalti e ainda entregamos o gol, isso fortaleceu demais a estratégia deles.

Panorama inalterado, segundo Lisca

– O panorama é o mesmo. Precisamos de nove a dez vitórias. Precisávamos de dois a três empates. Hoje tivemos um empate. Claro que a frustração veio pelo resultado. Não pela luta dos jogadores, pela superioridade do Vasco, da posse de bola, mais de 75%. Trocamos mais de 520 e poucos passes. Passamos a noite inteira agredindo. Tivemos um pênalti que voltou atrás. Esse pênalti eu nem vou discutir, pode acontecer, foi um lance duvidoso.

Mais reclamação sobre o gol anulado de Daniel Amorim

– Mas o gol do Daniel não tem discussão. Não tem a mínima discussão. Acabei de ver o lance, ele vem de trás. Não é nem ele que está mais à frente, ele vem de trás. Não tem como marcar um impedimento como aquele. Eu acho que o bandeira foi no protocolo, esperou as linhas, mas, mais uma vez, aqui em São Januário, as linhas não foram traçadas. Já foi na Série A no ano passado. Este ano, em um momento decisivo do jogo houve um erro gritante de arbitragem. Perdemos um pênalti, falhamos de novo no gol individualmente, coisa que temos que melhorar. Talvez seja a única maneira do Brasil fazer um gol em nós. Demos o gol para o Brasil. Eles não criaram a situação do gol. Erramos bastante e mais uma vez demos o gol para o adversário. Poderíamos ter saído com a vitória pelo que foi o jogo.

Seca de Cano, que não marca há nove jogos

– Acho que é um conjunto de várias situações. Não é o momento. O Cano tem tido várias situações. Hoje ele teve inclusive um pênalti, acabou não acertando. Tem participado, a bola tem passado bastante na área, talvez um pouquinho mais de sincronia no passe, com o movimento dele. Ele precisa fazer o gol para tirar também da cabeça. Ele está chateado com essa situação, porque é uma referência nossa. É um cara que puxa o processo, e os gols dele fazem muita falta para gente.

– Basta ver os desempenhos nos jogos, a nossa pontuação. Talvez tivessem uns dois, três, quatro golzinhos dele aí nesses jogos, e a situação seria diferente. Mas ele está brigando demais, está trabalhando, não está se entregando, e é isso que nós vamos fazer. Dar confiança, melhorar essa sincronia dos passes, dos movimentos e achar o espaço ideal para ele. Para ele voltar a ser o artilheiro e a referência que ele sempre foi aqui no Vasco.

Fonte: ge

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